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Como escrever um e-mail de comunicação interna

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Caros senhores,

Nunca comecem um e-mail de comunicação interna desse jeito. Você não está escrevendo uma carta em 1950. Um e-mail de comunicação interna deveria ser tão breve quanto uma mensagem que você digitaria no WhatsApp, com pressa, no trânsito, com uma mão no volante. Então, esqueça as formalidades e vá direto ao assunto.

Se você não está com tanta pressa ao ponto de precisar enviar um e-mail sem nem corrigir o português, caminhe até a mesa do seu colega ou ligue pra ele. Se ele está livre o suficiente para ler um e-mail, ele está livre o suficiente para atender a sua ligação.


Existem dois tipos de e-mails de comunicação interna em uma corporação: os longos, e os curtos. Se você escreveu um médio, provavelmente poderia ter usado menos palavras. No pior caso, você escreveu muito pouco e deixou de fora coisas importantes.

Exemplo de excelente comunicação por e-mail:

Rodrigo, faça uma contagem de quantos usuários pagantes nós temos nos nossos serviços e prepare os números para os discutirmos na nossa próxima ligação.


E no fim da mensagem, desligue a assinatura automática. Dentro de uma empresa, basta o seu nome no campo “Remetente” para o interlocutor saber quem você é.

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Como ser um crápula corportativo: Parte 1

John Gruber escreveu um artigo sobre um grupo chamado Merchant Customer Exchange que está desabilitando pagamento via NFC, impedindo que clientes utilizem o novo sistema ApplePay, porque eles querem criar o seu próprio sistema, o CurrentC, que deve ser pré-pago em suas lojas e permite que eles coletem dados pessoais sobre os seus usuários.

É o tipo de coisa que faz meu estômago revirar.

Vídeo

Project Binky

Três das coisas que eu mais gosto na vida são humor inglês, carros e projetos complexos. Através da indicação de um amigo, eu encontrei uma série de vídeos que junta as três coisas.

O Project Binky surgiu da ideia de dois amigos que queriam colocar o motor e a suspensão completa de um Toyota Celica GT-Four em um Mini 1000, ano 1980. Francamente, acho que eles só compraram o Mini para ter um número de chassi, pois o estado calamitoso da lataria os forçou a cortá-la fora quase completamente.

Os vídeos mostram a construção passo a passo, sendo uma bela lição para qualquer um que deseja construir seu próprio carro de competição. O cuidado com a rigidez estrutural do chassi é o que me chamou mais atenção.