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Quando filmes começam a virar algo diferente

Estava escutando o episódio 245 do podcast The Incomparable, que trata sobre o filme Vingadores: Era de Ultron. Para quem não está familiarizado, a Marvel construiu uma rede de filmes para cada personagem principal, que eventualmente convergem em um grande filme com todos os Vingadores. Sem assistir Capitão América 2: O Soldado Invernal, é impossível compreender a trama de Era de Ultron, o que levou o âncora Jason Snell a perguntar se isso não estava fazendo com que os filmes da Marvel seja mais parecido um programa de TV cujos episódios são longos e passam no cinema. Seu tom era de que isso é algo negativo.

Minha pergunta é: isso importa? Muitas pessoas constroem essas noções de que certas mídias servem para certas coisas, sem jamais questionar se essa limitação é necessária. Se filmes parecem-se mais com seriados, e seriados parecem-se mais com filmes (vide Sherlock, da BBC), por que tratamos os formatos antigos como superiores e dignos de se manter? Em uma era pós-Netflix, qual é o ganho em um episódio restringir-se a restrições criadas pela TV de 23 ou 46 minutos para dar tempo para comerciais que nunca serão exibidos; por que, em uma era pós The Pirate Bay, é importante que um filme seja autosuficiente, quando obter e assistir aos filmes anteriores é um processo tão banal?

Onde mais nos agarramos a antigas restrições por pura nostalgia?

When You Lose Weight, Where Does it Go? The Answer May Surprise You

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Rodrigo Jaroszewski:

tl;dr: a sua gordura sai pela sua urina e pela sua respiração. A explicação é muito interessante.

Publicado originalmente em Mitch Kirby:

Recently, I was sitting and thinking about all of the diet and exercise suggestions that constantly bombard us from all sides. While trying to determine which techniques would likely yield the largest benefits, I decided to start from the beginning and attempted to answer a seemingly simple question: When we lose weight, where does the weight go? When the fat from our waistline disappears, what happens to it? Answering this question was actually way more difficult than I imagined at the start, and forced me to think back to my time as a molecular biology major in order to answer the question effectively.

After uncovering the answer for myself, I asked others to think about the question to see if the solution was more obvious to them than it was to me. Shockingly, even many physicians I asked were unable to answer this question accurately and completely. Below are the most popular answers…

Ver original 980 mais palavras

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Como escrever um e-mail de comunicação interna

Letter_from_Arthur_Conan_Doyle_to_Herbert_Greenhough_Smith

Caros senhores,

Nunca comecem um e-mail de comunicação interna desse jeito. Você não está escrevendo uma carta em 1950. Um e-mail de comunicação interna deveria ser tão breve quanto uma mensagem que você digitaria no WhatsApp, com pressa, no trânsito, com uma mão no volante. Então, esqueça as formalidades e vá direto ao assunto.

Se você não está com tanta pressa ao ponto de precisar enviar um e-mail sem nem corrigir o português, caminhe até a mesa do seu colega ou ligue pra ele. Se ele está livre o suficiente para ler um e-mail, ele está livre o suficiente para atender a sua ligação.


Existem dois tipos de e-mails de comunicação interna em uma corporação: os longos, e os curtos. Se você escreveu um médio, provavelmente poderia ter usado menos palavras. No pior caso, você escreveu muito pouco e deixou de fora coisas importantes.

Exemplo de excelente comunicação por e-mail:

Rodrigo, faça uma contagem de quantos usuários pagantes nós temos nos nossos serviços e prepare os números para os discutirmos na nossa próxima ligação.


E no fim da mensagem, desligue a assinatura automática. Dentro de uma empresa, basta o seu nome no campo “Remetente” para o interlocutor saber quem você é.

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Como ser um crápula corportativo: Parte 1

John Gruber escreveu um artigo sobre um grupo chamado Merchant Customer Exchange que está desabilitando pagamento via NFC, impedindo que clientes utilizem o novo sistema ApplePay, porque eles querem criar o seu próprio sistema, o CurrentC, que deve ser pré-pago em suas lojas e permite que eles coletem dados pessoais sobre os seus usuários.

É o tipo de coisa que faz meu estômago revirar.